1. Uma ilha que nem sempre foi Das Flores

  2. Um lugar de experiências pioneiras

  3. A Hospedaria da Ilha das Flores

  4. Experiências da imigração

  5. Outros usos da Hospedaria em princípios do século XX

  6. A Ilha como presídio de revolucionários e revoltosos dos anos 1930

  7. A II Guerra Mundial e os anos 1950

  8. Presídio durante o Regime Militar

  9. A Tropa de Reforço dos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil e o Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores

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A Tropa de Reforço dos Fuzileiros Navais da Marinha do Brasil e o Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores

O interesse da Marinha brasileira pela Ilha das Flores se iniciou durante a I Guerra Mundial. O contexto beligerante levou sua transferência do Ministério da Agricultura para o da Marinha em nome da Segurança Nacional. A conclusão do conflito levou à sua devolução em 1919.

Em 1932, os fuzileiros navais foram acionados para conter a sublevação dos prisioneiros da Revolução Constitucionalista após a morte de Feruccio Tolesi.

Em 1968, o Ministério da Marinha passou a ocupar o arquipélago e, em 1971, instalou ali a Tropa de Reforço do Corpo de Fuzileiros Navais. Segundo o site oficial da corporação, a Tropa de Reforço tem por finalidade “ Prover elementos de apoio ao combate e de apoio de serviços necessários às operações desenvolvidas pelos Fuzileiros Navais ”. Compõem a sua estrutura o Batalhão de Engenharia de Fuzileiros Navais, o Batalhão Logístico de Fuzileiros Navais, o Batalhão de Viaturas Anfíbias, as Companhias de Polícia e de Apoio ao Desembarque e a Base de Fuzileiros Navais da Ilha das Flores ( www.mar.mil.br/cgcfn/cfn/ffe.htm ).