Notícias

    Museu da Ilha das Flores, em São Gonçalo, entra para o circuito mundial de centros dedicados à imigração.

    O Globo, em 09/11/2015

    O Museu de Imigração da Ilha das Flores, localizado no Complexo Naval da Ilha das Flores, em São Gonçalo, entrou oficialmente para o circuito mundial de museus destinados à imigração nesta segunda-feira. Ver mais

    Museu da Ilha das Flores, em São Gonçalo, entra para o circuito mundial de centros dedicados à imigração.

    Jornal Extra, em 09/11/2015

    O Museu de Imigração da Ilha das Flores, localizado no Complexo Naval da Ilha das Flores, em São Gonçalo, entrou oficialmente para o circuito mundial de museus destinados à imigração nesta segunda-feira. Em vista ao local, Diana Pardue, diretora do Museu Nacional da Imigração Ellis Island, em Nova York, assinou um protocolo de cooperação com o museu fluminense. Ver mais

    Museu da Ilha das Flores firma convênio com Órgão dos EUA

    O São Gonçalo, por Marcela Freitas 09/11/2015

    Representantes do Centro de Memória da Imigração, na Ilha das Flores, em São Gonçalo, assinaram, na manhã de ontem, um convêniode cooperação técnica com o maior museu de imigração do mundo, o Ellis Island, em Nova Iorque. Assim como a Ilha das Flores foi um marco histórico na imigração e migração do Brasil, o Ellis Island é a principal entrada de imigrantes nos Estados Unidos. Ver mais

    Estado do Rio de Janeiro entra no circuito mundial de museus destinados à imigração.

    CBN, em 09/11/2015

    Diretora do Museu de Imigração Ellis Island, em Nova Iorque, vai assinar protocolo de cooperação com o Museu de Imigração da Ilha das Flores, em São Gonçalo. Ver mais

    Marinha do Brasil recebe As mais Belas Estudantes de São Gonçalo.

    TV WIN, em 05/11/2015

    http://tvwin.com.br/programas/a-mais-bela-estudante-programas/marinha-do-brasil-recebe-as-mais-belas-estudantes-de-sao-goncalo/

    Diretora de Museu Americano visitará a Ilha das Flores

    Nosso Jornal de Notícias, por Jorge Nunes 03/11/2015

    São Gonçalo terá a honra de receber na próxima segunda-feira, 9/11, a diretora do Museu da Imigração de Ellis Island, em Nova Iorque, estados Unidos, senhora Diane Pardue, que chegará à Ilha das Flores, em Neves, às 09 horas. Ver mais

    SG na Rota dos "olhos puxados".

    O São Gonçalo, por Marcela Freitas 29/08/2015

    Esse mês o mundo relembra um dos mais devastadores ataques à humanidade ocorrido há 70 anos, quando a bomba atômica, disparada pelo exército americano, matou mais de 200 mil pessoas nas cidades de Hiroshima e Nagazaki, no Japão. A tragédia é amplamente divulgada, mas o que poucos conhecem é que oito anos depois dos ataques na 2ª Guerra Mundial, em 1953, algumas famílias japonesas imigraram para o Brasil e passaram pela Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores, em Neves, São Gonçalo. Ver mais

    Resgate da Memória em São Gonçalo: Centro da Imigração promove exposição de fotos antigas na Ilha das Flores, em Neves.

    O São Gonçalo, por Marcela Freitas 18/05/2015

    Em comemoração à Semana Nacional de Museus, o Centro de Memórias da Imigração de Imigrantes da Ilha das Flores, localizado no espaço que hoje abriga a Base Naval da Ilha das Flores, às margens da BR-101, na altura de Neves, São Gonçalo, terá uma programação especial. O local é um marco histórico na imigração e migração do Brasil. Mas apesar de toda sua importância para construção da história de nossa região, ainda é desconhecido por parte do grande público. Buscando o resgate dessas memórias, a equipe do Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores montou uma programação especial no próximo sábado (23). Ver mais

    Memória da Imigração

    O Globo (coluna do Gilson Monteiro) 09/05/2015

    O Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores abre dia 23 a exposição “Os moradores, suas fotos e suas memórias”. O coordenador, professor Luís Reznik, diz que, além da visita mediada ao museu, um imigrante e ex-funcionário fará um relato sobre a primeira hospedaria de imigrantes do Brasil, que funcionou até 1966 recebendo levas de trabalhadores desde o século XIX.

    Litoral da Baía de Guanabara enche os olhos com programas culturais, passeios de navio e bares para contemplar a paisagem.

    Jornal Extra, por Danilo Perelló 08/05/2015

    Se a poluição da Baía de Guanabara preocupa os atletas das Olimpíadas de 2016, a paixão por essa maravilha digna de medalha de ouro enche os olhos dos cariocas. Apesar dos pesares, esse cartão-postal do Rio de Janeiro continua lindo e continua sendo uma opção de lazer maravilhosa para as cidades banhadas por ela. Com uma vista de tirar o fôlego de todos os seus lados, a região tem teatros, shows, praias, quiosques, museus, eventos e passeios. Confira abaixo dez programas campeões com aquele visual deslumbrante da Guanabara. É uma baía inteira para encher de alegria!
    Ilha das Flores. Às margens da BR-101, o Centro de Memória da Imigração é aberto para visitação às terças, quintas e sábados, das 9h às 13h. O local, que hoje é uma base naval da Marinha, foi usado como hospedaria de 1883 a 1966. A ilha abrigava os imigrantes antes de se instalarem pelo Brasil e chegou a receber a russa Elke Maravilha em 1951. As visitas precisam ser marcadas pelo site www.hospedariailhadasflores.com.br. Endereço: Av. Paiva s/nº, Neves, São Gonçalo — 3707-9504. Ver mais

    Ilha das Flores: antiga hospedaria de imigrantes em São Gonçalo é aberta a visitas

    O Globlo, por Gabriel Menezes. atualizado em 17/10/2014

    SÃO GONÇALO - Desconhecido por boa parte dos moradores da região, um dos marcos da história da imigração no Brasil está em São Gonçalo, e é aberto a visitações desde 2012. No espaço que hoje abriga a Base Naval da Ilha das Flores, às margens da BR-101, na altura do bairro Neves, funcionou a primeira hospedaria de imigrantes do país.
    — A hospedaria fazia parte de uma política pública para a imigração. Era um dispositivo para dar suporte aos estrangeiros de baixa renda que chegavam ao país. Todo passageiro de terceira classe dos navios que aportavam no Rio de Janeiro era obrigado a passar pela ilha, onde recebia abrigo, tratamento médico e orientações para conseguir um emprego — explica o historiador Thiago Rodrigues Nascimento, do Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores. Ver mais

    12ª Semana Nacional de Museus, promovida anualmente pelo Instituto Brasileiro de Museus (IBRAM).

    No dia 17 de maio, organizamos circuitos de visitação pelo Museu a Céu Aberto da Ilha das Flores e mesas com a presença de imigrantes e ex-funcionários da Hospedaria de Imigrantes.

    Fazenda Colubandê, Ilha das Flores e até a Praia das Pedrinhas são registros históricos para visitantes no município que estão abertos para visitação e atrações turísticas

    Jornal O Fluminens 02/01/2014

    (...)Sob o controle do Ministério da Marinha, a Hospedaria da Ilha das Flores é um desses exemplos. Hoje, o local abriga o Comando da Tropa de Reforço do Corpo de Fuzileiros Navais, que abre suas portas para visitação.

    A hospedaria foi aberta em 1883, quando, em decorrência das leis abolicionistas no Brasil, intensificou-se a chegada de imigrantes no País. O Centro de Memória da Imigração configura-se como um museu a céu aberto, no qual se tem acesso às antigas construções da ilha, que abrigava não só os recém-chegados como também a uma grande quantidade de funcionários necessários para atender 3500 estrangeiros(....) ver mais.

    Hospedaria de Imigrantes da Ilha das Flores: porta de entrada virou museu de imigrantes


    MULTIRIO

    Escrito por Sandra Machado
    Publicado em 26 de dezembro de 2013


    Ao longo de muitas décadas, os imigrantes chegaram pelo mar e passaram seus primeiros dias nas hospedarias públicas. De 1883 a 1966, uma ilha na Baía de Guanabara abrigou a primeira Hospedaria de Imigrantes do Brasil: a Ilha das Flores.

    Criada pelo governo imperial, ela atendia ao programa de incentivo à vinda de imigrantes como força de trabalho, não apenas em substituição à mão de obra escrava, mas também para o cultivo do café. Por ali passaram italianos, portugueses, espanhóis, alemães, austríacos, russos, poloneses, franceses, ingleses, suecos, suíços, chineses, árabes, letões e judeus, entre outros grupos. . Ver mais

    Hospedaria na Ilha das Flores, ativa de 1883 até 1966, no município, está de portas abertas para visitação. Exposição acontece em parceria dos Fuzileiros com a UERJ

    Jornal O Fluminense (Revista), por Juliana Dias Ferreira, em 04/08/2013

    Era final do século XIX, quando, em decorrência das leis abolicionistas no Brasil, intensificou-se a chegada de imigrantes no País. Com o término da escravidão buscava-se, cada vez mais, a mão de obra branca, vinda principalmente de países como Itália, Alemanha e Espanha. É nesse contexto que a Hospedaria da Ilha das Flores, em São Gonçalo, que esteve ativa de 1883 até 1966, se torna um importante ícone da nossa história. Hoje, sob o controle do Ministério da Marinha, é onde funciona o Comando da Tropa de Reforço do Corpo de Fuzileiros Navais, que abre suas portas, em parceria com a Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), para visitação.
    O Centro de Memória da Imigração, como foi denominado o espaço, configura-se como um museu a céu aberto, no qual se tem acesso às antigas construções da ilha, que abrigava não só os recém-chegados como também a uma grande quantidade de funcionários necessários para atender a capacidade de 3500 estrangeiros (ler mais...).

    Caminhos da Reportagem -07/03/2013

    Solidariedade: cooperação mútua entre duas ou mais pessoas. Interdependência entre seres e coisas. Identidade de sentimentos, ideias e doutrinas. Presente em pequenas atitudes do dia-a-dia e em grandes projetos que correm o mundo, a preocupação com a felicidade e o bem-estar alheio já é até objeto de estudo científico. Ser solidário pode desencadear reações químicas no cérebro e ter efeitos sobre o organismo.
    • A partir do minuto 30.

    Ver link com a TV BRASIL:

    http://tvbrasil.ebc.com.br/caminhosdareportagem/episodio/solidariedade

    Reportagem TV Brasil -29/12/2012

    A hospedaria que fica numa ilhota na Baía de Guanabara foi porta de entrada de milhares de europeus no país.

    Ver link com a TV BRASIL: http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbrasil-noite/episodio/antiga-hospedaria-de-imigrantes-abriga-base-da-marinha

    Jornal O Dia -24/12, segunda-feira

    Antiga Hospedaria de Imigrantes em ilha de São Gonçalo vira museu a céu aberto

    Rio - Um pedaço não muito conhecido de São Gonçalo foi a porta de entrada de estrangeiros que ajudaram a construir o Rio e o Brasil. Por quase um século, a Ilha das Flores foi o lar temporário de centenas de pessoas que deixaram a terra natal para ganhar a vida nos trópicos. As histórias da Hospedaria dos Imigrantes, a primeira e maior do país, instalada em 1879 e extinta em 1966, agora constituem acervo de museu.

    Em parceria com a Marinha do Brasil, a Uerj e a Fundação de Amparo à Pesquisa do estado (Faperj), foi inaugurado dia 13 de novembro o Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores. “Sempre soubemos do valor histórico do local e, em 2011, surgiu a oportunidade de criar o Museu a Céu Aberto para visitantes”, explicou o almirante Paulo Zuccaro, descendente de italianos, de 53 anos, há dois à frente da Tropa de Reforço do Corpo de Fuzileiros Navais, que hoje ocupa a ilha. “Todos são bem-vindos.”
    Repleta de histórias, a ilha chegou a receber cerca de 70 mil imigrantes por ano, que vinham trabalhar em fazendas de café, em São Paulo e no Sul do país, logo após a abolição, quando o Brasil viveu crise de mão de obra. “O Império fazia propaganda no exterior e oferecia a hospedagem, que era pública, onde eles ficavam por cerca de 10 dias até ir para as fazendas” explicou o professor de História e integrante do projeto Thiago Rodrigues.

    ILHA RECEBEU ELKE
    Nascida na Rússia, Elke Maravilha foi acolhida com a família na hospedaria, aos 6 anos. O pai era prisioneiro político na Sibéria e encontrou refúgio no Brasil. “Éramos muito pobres e não tenho muitas lembranças, mas foi onde o Brasil nos recebeu e relembrar isso é reviver a história do país”, recorda Elke.
    Amores de Carnaval e de fé
    Entre uma embarcação e outra, muitas histórias se desenrolaram, como os recém-casados fugitivos da Iugoslávia que chegaram em pleno Carnaval. O marido, encantado com as mulatas, deixou a esposa na hospedaria e foi curtir a farra. Na volta, foi perdoado. Tiveram três filhos.
    O visitante que passar pela capela de Sta. Therezinha vai descobrir que a construção é fruto da promessa de uma mineira que pediu emprego para o marido, médico. A graça foi recebida, e o marido tornou-se diretor da hospedaria. Em agradecimento, a capela foi erguida em 1944.
    D. Zuleika Brasil, que nasceu e viveu na ilha até os 17 anos, é doadora da maior parte do acervo de fotos exposto. “Minha família viveu lá desde o meu avô. Cresci cercada de estrangeiros e idiomas. Foram os melhores anos da minha vida”, relembra.
    O museu recebe visitantes e escolas às terças e quintas, das 14h às 17h, e aos sábados, das 9h às 12h. A visita é guiada, com duração de 40 minutos, e deve ser agendada pelo telefone 3707-9506 ou no site www.hospedariailhadasflores.com.br. A entrada é franca.

    Informativo FAPERJ -14/11/2012

    Primeira hospedaria de imigrantes do país vira museu a céu aberto em São Gonçalo- Vinicius Zepeda

    O ano era 1951 quando, aos seis anos de idade, a russa Elke Grunupp – que, mais tarde, ficaria conhecida dos brasileiros como “Elke Maravilha” –, junto com seus pais, avós e três irmãos chegaram ao Rio de Janeiro. Depois de viajarem semanas dentro de um navio lotado de passageiros de diferentes nacionalidades e com condições de higiene e conforto bastante precárias, o grupo desembarcou na cidade, à época, capital do País. Os imigrantes que, por razões diversas – ora buscando oportunidades de trabalho, ora fugindo de conflitos étnicos ou religiosos em seus países de origem – chegavam ao porto do Rio eram levados para a Hospedaria da Ilha das Flores, situada na Baía de Guanabara. Elke e seus familiares ficaram por alguns dias no local e depois foram para a cidade de Itabira, em Minas Gerais, onde seus pais começaram a trabalhar numa fazenda.

    Mais de meio século depois, Elke voltou, nesta terça-feira, 13 de novembro, ao local onde passou seus primeiros dias no País. Mas, desta vez, como convidada a participar da cerimônia de inauguração do Centro de Memória da Imigração da Ilha das Flores. O presidente da FAPERJ, Ruy Garcia Marques, participou da solenidade e do descerramento simbólico de uma placa inaugural.
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